ISSN 1806-9312  
Sexta, 14 de Junho de 2024
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1036 - Vol. 37 / Edição 3 / Período: Setembro - Dezembro de 1971
Seção: Notícias e Comentários Páginas: 389 a 407
Noticias e Comentários - parte 1
Autor(es):
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Resoluções do Conselho Diretor da Federação Brasileira de Otorrinolaringologia, em reunião de 5/9/1971

1) Aprovação do pedido de Filiação à Entidade do Instituto Brasileiro

2) Idem, da Delegacia Brasileira da Fundação Portman;

3)Escolha do Rio de Janeiro para sede do XXI Congresso, de ORL; realizar-se em 1972, à com os seguintes temas oficiais:
a) Medicina Psicossomática em ORL;
b) Reintervenções cirúrgicas em ORL;
c) Semiologia e o tratamento Otoneurológico.

4)Aprovação de voto de pesar pelo falecimento do Dr. CARLOS RODRIGUES DE MORAES, na Bahia;

5) Concessão de Título de Sócios Honorários da Federação às seguintes personalidades:
DR. PAULO MANGABEIRA ALBERNAZ
DR. WALTER BENEVIDES
DR. ERMIRO ESTEVAN DE LIMA
DR. RAFHAEL DA NOVA
DR. JUAN MANUEL TATO
DR. MICHEL PORTMANN
DR. HÉLIO HUNGRIA
DR. PLINIO MATTOS BARRETO
DR. JOSÉ KÓS
DR. JUSTO ALONSO
DR.GEORG VON BEKÈSY

6) Concessão do Título de Sócios Beneméritos às seguintes personalidades:
DR. PEDRO KASSAB
DR. JOAQUIM MENDES SANTI
SR. EMBAIXADOR EMÍLIO DE PAN DE SORALUCE Y OLMOS

7) Iniciar junto à Entidade Portuguêsa da Especialidade os procedimentos necessários para a fundação da FEDERAÇÃO LUSOBRASILEIRA DE ORL.

8) Aprovação de Voto de Louvor aos componentes da Comissão Executiva de 20.º Congresso Brasileiro de ORL, pela excelente organização, apresentada e o elevado gabarito do Programa Científico.

9) Aceitou o pedido de demissão do Dr. WALTER BENEVIDES, do cargo de Secretario do Exterior.




Discurso do Dr. Otacílio de C. Lopes Filho na instalação do XX-X..° Congresso Brasileiro de Otorrinolaringdlogia

São Paulo 4-9 de setembro de 1971.

A abertura do XX.º Congresso de Otorrinoloringologia, tendo como sede a cidade de São Paulo, coincide com um dos momentos máximos vividos pela nossa especialidade nestes últimos 10 anos. Nenhuma outra teve uma evolução técnica tão rápida, tão científica e tão completa, quanto a Otorrinolaringologia. Seu progresso só pode, ser comparado ao da Cirúrgia Cardíaca, que ainda continua revolucionando com os transplantes.

Foi nesta última década, que as maiores conquistas se fizeram. A cura cirúrgica de inúmeras disacusias, antes anão tratáveis, a recuperação funcional de ouvidos sofrendo supurações crônicas, e que agora podem ser recuperados reintegrando na sociedade o paciente marginalizado. A grande evolução no tratamento médico e cirúrgico das vertigens, com a melhoria e aperfeiçoamento dos métodos de diagnóstico otoneurológico. O diagnóstico precoce dos neuromas do acústico e em conseqüência sua cura cirúrgica, quando ainda em estado não muito avançado, podendo ainda em muitos casos, ser extirpado, com a conservação das funções residuais. O acesso ao meato acústico interno, antes inacessível, trouxe novas esperanças muito bem - definidas no tratamento de certas disacusias do ouvido interno.

O campo da audiologia, creio ter sido um dos mais férteis neste desmesurado progresso de nossa especialidade. Não só testes audiológicos supraliminares, que aprimoram nossos diagnósticos, mas principalmente a conquista da audiometria de respostas evocadas de outros métodos objetivos da avaliação da função auditiva, permitindo-nos uma avaliação tão correta quanto possível da audição de crianças anormais, que impossibilitadas pela sua debilidade, de serem submetidas a uma audiometria tonal por não serem capazes de responder aos estímulos sonoros. Ainda em recém-nascidos ou em crianças normais de pouca idade a audiométria de respostas evocadas, veio nos possibilitar também uma adequada avaliação auditiva e permitir-nos a conduta mais indicada para cada caso, no tempo mais precoce possível. Há alguns anos, quando aparecia em nossos escritórios, uma criança surda, nada podíamos fazer por ela. Hoje a situação mudou frontalmente. Quanto mais precoce o diagnóstico maior será o sucesso da terapêutica a ser preconizada.

Inúmeras outras descobertas no campo de nossa especialidade, a colocam hoje entre as mais requintadas da atualidade.

Não foram, porém, ao acaso que êstes progressos surgiram. Cientistas anônimos labutando na obscuridade de laboratórios de pesquisas iam criando os fundamentos nos quais nos alicerçamos. São êles, talvez os mais importantes nesta conquista. A reformulação dos conceitos da fisiologia da audição demonstrados através de uma cóclea artifical conferiram ao Prof. Georg Von Bekesy, o Prémio Nobel de Medicina. E foram alicerçados nestes princípios, que os otologistas puderam fazer a evolução de suas técnicas cirúrgicas. E aqui está entre nós o homem que nos legou êstes ensinamentos, e a êle oferecemos as nossas homenagens. Também entre nós encontra-se o Prof. 'David Austin o grande responsável pela reformulação dos conceitos da cirurgia otológica sendo o grande divulgador das técnicas conservativas e de recuperação funcional. O Prof. Bellucci outro pesquisador e renovador no campo das otites crônicas também nos honra com sua presença.

!Como havíamos assinalado, grande avanço se fêz no tratamento cirúrgico da doença de Meniere, e todo o esfôrço fizemos para que aquêles responsáveis por estas conquistas estivessem entre nós. Prof. Robert Wolfson, o criador do tratamento criocirúrgico, pelo congelamento do canal semicircular horizontal, que vem revolucionando êste campo, tem possibilitado através de suas técnicas, a retomada de uma vida normal e sua reintegração na sociedade a inúmeros pacientes sofredores daquele mal. Também entre nós encontra-se o Prof. Ugo Fisch, responsável por técnicas mais refinadas para o acesso ao meato acústico interno, há pouco tempo inacessível a nós e agora tão largamente usados para tratamento de moléstias do ouvido interno como a ressecção de tumores do acústico, descompressão do nervo facial em seu trajeto mais alto e na melhora de certas disacusias do ouvido interno pela melhoria das condições de irrigação local, como nos mostrou no brilhante curso que precedeu a êste Congresso.

Dentro dos maravilhosos progressos na semiologia otoneurologica, tem seu lugar de destaque o Prof. Wallace Rubin, que aqui presente, nos brindará com seu curso de atualização. O Prof. Eugene Myers, estudioso dos problemas relacionados com a função nasal, nos revelará os mais recentes progressos de sua especialidade. Trabalhando em um dos mais completos laborátorios de Histopatologia do ôsso temporal, êle nos brindará com magnífica conferência a respeito. Encontram-se ainda entre nós outros grandes responsáveis pelo progresso da Otorrinolaringologia, como o Prof. Antoli-Candela, talvez uma das maiores experiências mundiais em cirurgia otológica, Prof. Peter Alberti, de Toronto, anatomista requintado, ofereceu grandes colaborações nas técnicas de neuroenxerto do facial, preconisando o uso do nervo que se encontra tão perto do campo cirúrgico e que se assemelha ao facial de forma indiscutível. Hoje, continua suas pesquisas, com o estudo do impedância do ouvido médio, que. cremos em futuro próximo será um dos elementos semiológicos indispensáveis para o correto diagnóstico otológico.

Os especialistas brasileiros, sob o ponto de vista técnico, encontram-se em pó de igualdade, com êstes mestres que aqui se encontram. Absorvemos sua experiência e aqui a temos aplicando com o mesmo sucesso que em outros países mais desenvolvidos. Creio ser êste um momento que trará frutos numerosos, pois poderemos confrontar com nossos mestres, nossa experiência e do diálogo, certamente algo frutificará, acredito que já temos muito para mostrar a êles, e melhor oportunidade que esta raramente surgirá.

Quando em setembro do ano passado, a cidade de São Paulo foi indicada sede dêste Congresso, e nós para presidi-lo, tivemos momentos de intensa luta emocional antes de aceitar a incumbência. E para nós grande responsabilidade. Não acreditava na nossa possibilidade de arcar com tão grande responsabilidade e não digno de tamanha honraria. Não fossem os conselhos e até mesmo apêlos de colegas mais chegados, teríamos renunciado a esta missão. Acreditei, porém, que não deveria fugir à luta, e com o apoio e a colaboração de colegas poderia levar a cabo esta difícil e trabalhosa missão. Nossa primeira atitude foi a de reunir aquêles que haviam organizado o Congresso de 1966, que tão grande sucesso obteve, aqui em São Paulo. Convocamos os Drs. Aroldo Miniti e Marco Elisabetsky e constituímos a mesma equipe do congresso anterior. Mais tarde fomos enriquecidos com a colaboração do Dr. Luiz Pereira Barreto Sobrinho, como secretário associado, que se revelou um grande companheiro e incansável em suas atribuições.

Era nossa filosofia, dar uma tonalidade diferente ao Congresso. Mudar um pouco as coisas, sair da rotina dos anteriores. Foi então quando procuramos dar ao Congresso um caráter mais formativo do que informativo. São inúmeros os colegas que saem dos mais longínquos recantos de nosso querido Brasil, e comparecem ao Congresso, sempre na esperança de aprender alguma coisa mais. As opções eram poucas e o que predominava era a parte informativa, através de Conferências, Mesas e ou Temas Livres. Organizamos assim 18 cursos, dos mais variados assuntos dentro da especialidade. Assuntos de interesse atual e apresentamos sob a forma de atualização. Cada Congressista poderia participar simultaneamente de sete cursos do mais alto gabarito, ministrado por professores estrangeiros e brasileiros da maior experiência e capacidade. Creio ser êste o ponto alto do Congresso, e tudo faremos para que seu objetivo seja cumprido.

A par dos cursos, três temas oficiais da maior importância, serão discutidos por colegas do mais alto gabarito: Emergências em Otorrinolaringologia. Métodos objetivos da avaliação da audição e Imunopatologia, temas dos mais interessantes e atuais, que vem apaixonando nossos especialistas pelos grandes progressos neste campo.

Mesas Informais, Temas Livres e Conferências Magistrais, completarão nossa programação cientifica.

A par desta, foi elaborado um atraente programa social, permitindo a nossas esposas, terem seu tempo ocupado com programações interessantes.

Ao nosso Presidente de Honra Governador Laudo Natel os sinceros agradecimentos pelo apoio e colaboração que nos dedicou, extensivos ao Dr. Pedro de Magalhães Padilha, Digníssimo Secretário de Cultura, Turismo e Esportes que não mediu esforços em sua colaboração. A Federação Brasileira de Otorrinolaringologia especialmente na pessoa de seu Secretário do Interior, Dr. Meirelles Vieira a ampla colaboração prestada, no aconselhamento sereno e paternal, facilitando assim nossa tarefa, arrendondando arestas e facilitando nossa missão. Ao Presidente da Comissão Cientifica meu querido amigo Alexandre Medicis da Silveira, que juntamente com seus companheiros orientaram a programação científica do Congresso - Aos Secretários adjuntos pelo trabalho anônimo desempenhado e ainda a desempenhar.

Não seria por demais lembrar, neste momento, que êstes Congressos que comemoram hoje vinte anos, tiveram seu berço aqui em São Paulo, no seio da Sociedade de Medicina e Cirurgia em 1926 quando aqui se realizou a primeira semana de Otorrinolaringologia e Neuro Oculistica, com tanto êxito que propiciou mais tarde a segunda de Otorrinolaringologia transplantada para o Rio de Janeiro onde em 1938 graças ao prestígio e esforço do saudoso Prof. João Marinho, frutificou transformado no Primeiro Congresso Brasileiro de Otorrinolaringologia.

Senhores Congressistas, a cidade de São Paulo os acolhe de braços abertos, augurando a todos uma boa estada com a clemência do tempo e sem grandes cansaços. Que êstes rápidos e transitórios cinco dias deixem em suas memórias uma lembrança grata e amena. Que nestes dias de trabalhos nos irmanemos em concórdia e tranqüilidade, e que sobretudo entre nós, nas programações cientificas ou sociais possamos esquecer um pouco os problemas de nossos consultórios ou de nossos lares. Que nossos lares se transformem em seus, que nossa terra seja sua, sejam benvindos.




Relação de Médicos Aprovados no Concurso para Título de Especialista em ORL

São Pauto - 4 a 9 setembro 1971

1) AMÉRICO SIMÕES
2) ANTONIO WESTIN
3) EVERARDO A. DA COSTA
4) FLÁVIO MENEZES SANCHES
5) GABRIEL B. JUNQUEIRA
6) HUMBERTO A. GUIMARIES
7) JADIDR GOMES DA SILVA
8) MARCOS FLÁVIO FERREIRA PINTO
9) JOSÉ PAULO F. MARTINS
10) KIMIMARO ARITA
11) MIDORI F. FIOCCHI
12) NEY P. DE CASTRO JUNIOR
13) RONEY PAULO MARCON
14) RUBEM C. SWENSSON
15) VANIA MARIA DF V. CABRAL
16) WALDECIR VELAI SACCIIETIN




Curso de Cirurgia Otológica - Pré-Congresso



1 XX Congresso Brasileiro de ORL. George Von Békesy, Ligo Fisch, Marco Elisabetski.
2 Associação Panamericana de Otorrinolaringologia. Representantes para o Brasil: Rudolf Lang, Pedro Luiz Mangabeira-Albernaz, Roberto Martinho da Rocha.
3 Participantes do Curso de Cirurgia Otológica Pré-Congresso, São Paulo 1971. Na 1.ª fila, a partir do Dr. Otacílio de C. Lopes Filho (quarto da esquerda para a direita) vemos; Dr. Wallace Rubin Austin, Dr. Marco Elizabetski, Dr. Aroldo Minitti, Dr. Ugo Fisch.



Mesa diretora dos trabalhos na Assembléia Geral da Sociedade Brasileira de Otologia, São Paulo, setembro 1971. Da esquerda para a direita: Nicanor Letti, Hélio Hungria, Pedro Luiz Mangabeira-Albernaz, Rudolf Lang, Mauricio Malavasi Ganança, Arnaldo Linden.



Os participantes do curso pré-congresso sôbre cirurgia otológica, realizada no Hospital Einstein em S. Paulo com patrocfnio da Sociedade Brasileira de Otologia congregou durante uma semana 137 colegas de todo o Brasil.

Ministrado por Ugo Fisch a David Austin foi de aproveitamento excepcional para todos os colegas.

Na foto da pág. anterior vemos todos os participantes do curso em frente a sede da Laborterapica-Bristol no Bairro de St. Amaro em S. Paulo. Nesta ocasião o Prof. Ocelo Pinheiro fez uma saudação em versos aos participantes do curso que transcrevemos abaixo:

Com patrocínio da SBO
O Curso, ninguém nega, foi sucesso.
Houve ajuda, pois nada se fêz só...
Parabens para a Turma do Congresso.

Mensagens transmitindo a recebendo,
Na cirurgia o Marco funcionou.
Depois, ficamos todos nós sabendo,
Dificuldades muitas contornou.

O Roberto também cooperou,
As vezes tom perguntas maliciosas...
O Austin, então, a tôdas retrucou,
Provocando risadas bem gostosas.

Aroldo, eficiente de verdade,
Já o sabiamos bom operador;
Mas revelou-nos outra qualidade:
Também sabe lidar tom projetor.

a sua fama Austin correspondeu:
Ele nos deu um "show" de cirurgia.
Tudo fêz e a ninguém nada escondeu,
Sempre agindo cons calma a tom maestria.

O Fisch, artista a médico padrão,
Demonstrou muito bem como fazia.
Uma coisa chamou nos a atenção:
Os casos tom perfeita anestesia...

Quanto a comida, mil reclamações!
No refeitório era aquela chalaça.
Pratos abertos tom exclamações,
Porém com preço quase de graça.

Ali havia de ser aplicada
De Einstein a Relatividade:
Almôço por apenas um nonada,
Melhor não se teria em qualidade.

Andando igual a uma lançadeira
Não parou Otacilio um só momento;
Trabalhou, sim, que não foi brincadeara!
Por tudo, aqui, nosso agradecimento.




Sociedade Brasileira de Otologia

A Sociedade Brasileira de Otologia realizou mais uma Assembléia Geral durante o XX Congresso Brasileiro de Otorrinolaringologia realizado em S. Paulo de 4 a 9 de Setembro de 1971. Foram admitidos novos associados e distribuídos diplomas de especialista em otologia conferidos pelas bancas examinadoras. A atual Diretoria foi reeleita para mais um período de 2 anos.

A SBO está atualmente com 368 associados, e muitos sócios estrangeiros. A sociedade patrocinou o Curso pré-congresso sóôbre cirurgia otológica realizado no Hospital Israelita Albert Einstein em S. Paulo. Todos os associados brevemente receberão um Boletim com novas diretrizes que será emitido pela Diretoria.




Associação Panamericana de Otorrinolaringologia e Broncoesofagologia

No último Congresso da Associação realizado em Lima (Peru) em abril de 1971, reuniu-se a Assembléia de Representantes da referida Associação na Suíte Executiva do Hotel Crillon. Além de uma série de resoluções foram nomeados novos representantes para o Brasil: Pedro Luiz Mangabeira Albernaz, Rudolf Lang e Roberto Martinho da Rocha. Durante o XX Congresso Brasileiro de Otorrinolaringologia estes três representantes organizaram uma secretaria especial a fim de fornecerem informações sôbre a Associação e novas assinaturas da Revista.

Lista dos representantes da Pan American Association of ORL & BE:

ARGENTINA - Dr. Juan Carlos Arauz - Cangallo 2150, Buenos Aires.
BOLÍVIA - Dr. Rene Porcel Gallo - Casilla 4305, La Paz.
BRAZIL - Dr. Pedro L. Mangabeira Albernaz - Rua Estados Unidos 650, São Paulo.
BRAZIL - Dr. Rudolf Lang - Rua dos Andradas 1711, 3..°A, Porto Alegre, RS.
BRAZIL - Dr. Roberto Martinho da Rocha - Avenida Copacabana 1120, 6.°A, Rio de Janeiro, GB.
CANADA - Dr. James D. Baxter - 1509 Sherbrook St. W., Montreal, P. Q.
CHILE Dr. Luiz Guerrero - c/o Dr. Raul Velasco L., Av. Bilbao 2540, Santiago.
COLOMBIA - Dr. Rene Alzate - Carrera 15, N.º 79-64, Bogota.
COSTA RICA - Dr. Carlos L. Estrada - Apartado 621, San Jose.
ECUADOR - Dr. Oton Ampuero Navarro - Apartado 1072, Guayaquil.
EL SALVADOR - Dr. D. Alfredo Alfaro - Av. Gustavo Guerrero 640, San Salvador.
GUATEMALA - Dr. Carlos R. Davila Rangel - 3." Avenida 5-30, Zona 1, Guatemala.
HONDURAS - Dr. Enrique Aguilar-Paz - La Policlinica, S. A., 3°. Avenida 702, Comayaguela, D. C.
JAMAICA - Dr. Kenneth A. McNeil - 5 Tangerine Place, Kingston 10.
MEXICO - Dr. Pedro Andrade Pradillo - San Luis Potosi 44, Mexico 7, D. F.
MEXICO - Dr. Edmundo Montes de Oca - Mar Negro 2071, Guadalajara, Jal.
MEXICO - Dr. Ruben Mingram C. - Chilpancingo 56, Mexico 5, D. F.
NICARÁGUA - Dr, Luis C. Navas - Apartado Postal 14-13, Managua.
PANAMÁ - Dr. Alonso Roy - Apartado 8188, Panama 7.
PARAGUAY - Dr. C. Franco Torres - Mariscai Estigarribia 1080-84, Ascuncio.
PERU Dr. Carlos de Ia Flor - Las Palomas 580, URB Jardin, Miraflores, Lima.
PUERTO RICO Dr. Antonio Rullan - Ashford Medical Center, San Juan 00907.
REP. DOMINICANA Dr. Gustavo A. de Hostos - 14 Rue Elgin, Quebec 4, Canada. U. S. Dr. Byron J. Bailey - Dept. of Otolaryngology, University of Texas Medical Branch, Galveston, Texas 77550.
URUGUAY - Dr. Luis A. Castillo - Rbla. Rep. del Peru 3254, P. 15 Montevideo.
VENEZUELA - Dr. Elgar Chiossone - Apartado 62.277, Caracas.




Prova para obtenção do Titulo de Especialista

ESTA PROVA CONSTA DE 100 QUESTÕES SOB FORMA DE TESTES SÒMENTE EXISTE UMA RESPOSTA CERTA. V. S. TEM 2 HORAS PARA RESPONDER

1) A disfonia funcional indica:
A - lesão orgânica da valécula
B - comprometimento da hemilaringe
C - pólipo de corda vocal
D - problema psicológico tendo como órgão de choque as cordas vocais.
E - mau funcionamento das aritenóides.

2) O teste de Fowler pode ser feito nos casos de:
A - surdez neurosensorial com diferença de 30 dB
B - surdez bilateral com queda igual a 15 dB
C - surdez mista
D - surdez sensorial com deficit de 90 dB
E - nenhuma das resposta acima.

3) O teste de Fowler positivo indica comprometimento:
A - condução
B - percepção retrococlear
C - coclear
D - do gânglio de Corti
E - do feixe nervoso utricular.

4) Na ozena encontramos:
A - atrofia do epitélio
B - atrofia dos ossos
C - atrofia ósteo-mucosa
D - atrofia do canal naso-lacrimal
D - atrofia dos óstios.

5) Atualmente a ozena é enquadrada em:
A - colagenoses
B - granulomas
C - moléstias infecciosas
D - moléstias alérgicas
E - moléstias infecto-alérgicas.

6) Cavum é:
A - hipofaringe
B - mesofaringe
C - nasofaringe
D - região coanal
E - região retro-sinusal.

7) Eosinófilos agrupados no citológico do muco nasal sugere:
A - granuloma de Wegner
B - rinusínusopatia alérgica
C - rinusinusopatia infecciosa
D - a tumores malignos
E - tumores benignos

8) A artrite crieo-aritenóidea diagnostica-se pela:
A - posição da corda vocal
B - movimentação da corda
C - coloração da aritenóide
D - todas as respostas estão certas
E - nenhuma das respostas acima.

9) Rinólito é:
A - pólipo nasal
B - cálculo nasal
C - tumor maligno da fossa nasal
D - hipertrofia da cauda do corneto
E - hipertrofia e calcificação das adenóides.

10) A paracentese é feita:
A - quadrante póstero Inferior
B - membrana de Shrapnell
C - quadrante antero-superior
D - nenhum dos locais acima
E - no antro mastóideo.

11) A punção diameática é feita:
A - no meato médio
B - meato inferior
C - fossa canina
D - nenhum dos locais referidos
E - no meato supra meático.

12) As sinusites do sistema posterior drenam para:
A - meato superior
B - meato médio
C - meato inferior
D - meato posterior
E - nenhum dos locais acima.

13) Turbinectomia significa:
A - ressecção do septo
B - ressecção do martelo
C - ressecção do corneta
D - ressecção da espinha nasal anterior
E - ressecção da úvula.

14) A sindrome de Sluder é, cana neurose reflexa nasal do:
A - gânglio Gasser
B - gânglio de Corti
C - gânglio esfeno-palatino
D - gânglio geniculado
E - nervo nasal interno

15) Sindrome de Costen provoca:
A - otalgia reflexa
B - otodínia
C - ageusia
D - anosmia
E - hiperosmia.

16) A adenoidite crônica hipertrófica é revelada:
A - por obstrução tubária
B - por otite serosa
C - rinolalia clausa (ou fechada)
D - secreção catarral
E - tôdas respostas estão certas.

17) Linhas de Baclesse na posição de Hirtz correspondem:
A - contôrno posterior da órbita, pequena asa do esfenóide, contôrno posterior de seio maxilar
B - margem superior da pirâmide, contôrno anterior do selo maxilar, contôrno póstero-superior da fossa nasal
C - contôrno da fossa pterigo-maxilar, linha da incisura de Rivinus e fossa nasal
D - nenhuma das respostas
E - tôdas as respostas estão certas.

18) Pólipo antro coanal (ou solitário de Killlian) é um pólipo com inserção:
A - na coana
B - na fossa nasal
C, - no sinus maxilar
D - no sinus frontal
E - no sinus esfenóidal.

19) A otoesclerose é:
A - fixação da cadeia ossicular
B - fixação da platina do estribo na janela oval
C - obliteração da janela redonda
D - calcificação do promotório
E - calcificação da membrana timpânica.

20) índice de "0" de Sulivan é determinado pela soma das diferenças das nas ósseas absoluta e relativa nas freqüências:
A - 250 - 500 - 110,00
B - 500 - 1.000 - 2.0,00
C-1.000 - 2.000 - 4.000
D - 4.000 - 8.000
E - nenhuma das freqüências.

21) índice de "0" Sulivan abaixo de 10 significa:
A - surdez de condução
B - surdez central
C - tumor de acústico
D - lesão do órgão de Corti
E - surdez cortical

22) Caldwell-Luc significa cirurgia:
A - sinus maxilar
B - maxilo etmoldal
C - etmóido-maxilar por via externa
D - da orelha média
E - labirintectomia.

23) Os processos tromboflebiticos intracranianos têm, como foco de origem, principalmente:
A - infecções da proximidade
B - infecções sistêmicas
C - traumatismos sépticos
D - tromboflebites dos membros inferiores
E - nenhuma das respostas é correta.

24) Qual dos seguintes elementos não está diretamente relacionado com a via auditiva:
A - lemnisco lateral
B - colículo superior
C - corpo geniculado medial
D - núcleo coclear ventral
E - órgão de Corti

25) O reflexo corneopalpebral está ligado a:
A - nervo intermediário (Wrisberg) B - nervo facial
C - nervo oculomotor
D - nervo trigêmeo e facial
E - nenhuma das respostas acima.

A cada uma das questões (numeradas) corresponde uma resposta (letra).

As respostas poderão ser comuns a mais de uma questão, ou. pelo contrário, poderão não ter correspondência alguma.

26) Sensibilidade térmica da mucosa bucal

27) Sensibilidade geral da membrana pituitária (mucosa nasal)

28) Voz anasalada

29) Lagoftalmo

A - nervo trigêmeo 26
B - nervo intermediário de Wrisberg
C - nervo vago 27
D - nervo dacial 28
E - nervo olfativo 29

30) Ageusia dos 213 anteriores da lingua:
A - nervo oculomotor
B - nervo glossofaríngeo
C - nervo trigêmeo
D - nervo facial
E - nervo intermediário de Wrisberg

31) Num doente Portador de fissura congênita lábio-palatina é relativamente grande a incidência de:
A - dores abdominais em cólica
B - perturbações visuais
C - otites e amigdalites
D - nenhuma das acima
E - tôdas acima

32) A regeneração nervosa dos enxertos autógenos se faz:
A - incompletamente após 10-15 dias
B - completamente após 10-15 dias
C - completamente após 5 dias
D - completamente após 10 dias
E - nenhuma das acima.

__________________
Relacionar as frases:
33) 1 - Otite: média aguda
34) 2 - Obstrução tubária crônica bilateral
35) 3 - O Ca. de laringe
36) 4 - O Weber na surdez de condução
37) 5 - Otoesclerose
38) 6 - Colesteatoma é
39) 7 - A otoscopia na

A - Provoca retração da membrana timpânica
B - Rouquidão progressiva
C - Fixação da platina do estribo
D - Otoesclerose é normal
E - Provoca intensa dor de ouvido
F - Lateraliza para o lado da lesão
G - Causa de complicações endocraníanas
__________________

40) Na 1.ª fase da otoesclerose nós tentos:
A - surdez de condução
B - surdez de percepção
C - surdez mista
D - surdez neuro sensorial
E - nenhuma das respostas.

41) A posição sub-mento Vertex é também denominada:
A - Hirtz
B - Chaussé - III
C - Schuller
D - Goldman-Stenvers
E - Towne

42) Os cristais de colesterina aparecem no sobrenadante da secreção da:
A - rinite alérgica
B - rinoscleroma
C - granuloma de Wegner
D - otite crônica colesteatomatosa
E - otite externa.

43) No exame da meso-faringe comprime-se:
A - têrço anterior da língua
B - têrço posterior da língua
C - manda-se o doente pôr a língua para fora
D - através da fossa nasal
E -nenhuma das respostas.

44) A região que comumente sangra na epistaxis é:
A - cabeça do corneto inferior
B - cauda do corneto médio
C - têrço médio do septo
D - têrço anterior do septo
E - têrço posterior do septo.

45) 0 músculo da bigorna se inicia:
A - na pirâmide
B - no bico de colher
C - no promontório
D - na espinha posterior
E - nenhum dos locais acima.

46) O ouvido humano capta freqüências agudas até:
A - 30.000 hertz
B - 20.000 hertz
C - 10.000 hertz
D - 15.000 hertz
E - 5.000 hertz.

47) 0 ouvido humano capta freqüências graves até:
A - 16
B - 2,5
C - 29
D - 50
E-80

48) As freqüências importantes na conversação são:
A - 250 - 500 - 1.000
B-500-1.000-2.000
C - 1.000 - 2.000 - 3.000
D - 5.000 - 6.000 - 8.000
E - nenhuma das respostas acima.

audição social começa a aparecer acima de padrão USO):
A-20dB
B-30dB
C - 50 dB
D - 60 dB
E - nenhuma das freqüências.

50) O Weber na surdez de condução unilateral está:
A - lateralizado para o lado da lesão
B - lateralizado para o lado oposto
C - indiferente
D - para os dois lados
E - ausente.

51) Moléstia de Meniére se caracteriza:
A - palidez, mãos frias, hipoacusia
B - hipoacusia, zumbido e vertigem
C - náuseas, zômitos e cefaléia
D - hipoacusia e cefaléia
E - todas as respostas estão certas.

52) A etiologia do Meniére se traduz por:
A - hidropsia labiríntica
B - desidratação labiríntica
C - infecção labiríntica
D - paralisia utricular
E - nevralgia do petroso superficial.

53) Faringite lateral indica:
A - inflamação das valéculas
B - inflamação dos pilares posteriores amigdalianos
C - inflamação dos cordões laterais
D - inflamação das adenóides
E - inflamação de Cascher.

54) Após infiltração local com anestésico associado & adrenalina há contraindicação
para o uso de:
A - thio-barbitúricos
B - N20
C - anestésicos halogenados: -tricloroetiena; - fluothane; - cloreto de etila
D - eter
E - etileno

55) Os principais sintomas que ocorrem por intoxicação pelos anestésicos locais são:
A - agitação psicomotora, convulsão, hipotensão, parada cardíaca
B - tosse, dispnéia, secreção brônquica
C - náusea e vômito
D - hipertemia e tremor
E - tiragem e pieira

56) Quando no post-operatório imediato, se coloca cánula orofarángea a intenção é:
A - permitir a instalação de um cateter de 02
B - evitar aspiração de secreções
C - impedir a queda da língua com obstrução das vias aéreas
D - impedir a compressão da língua entre os dentes
E - proteger os lábios.

57) O uso de atropina antes da descurarização com neostigmine visa:
A - diminuir a depressão do centro respiratório
B - evitar soluço
C - diminuir a incidência de vômito
D - impedir a hipotensão
E - evitar as ações secundárias indesejáveis da acetilcolina.

58) O Teste de Rainville, em audiometria tonal liminar tem por objeto:
A - avaliar o nível real da via aérea
B - avaliar o nível real da via óssea
C - avaliar d nível real tanto da via aérea quanto da via óssea
D - avaliar a existência de recrutamento
E - nenhuma das eventualidades.

59) A otite serosa costuma apresentar mais comumente os seguintes achados:
A - membrana timpânica de côr amarelo-âmbar diminuição da mobilidade da membrana ao Siegle, disacusia de transmissão.
B - membrana timpânica de côr rósea e abaulada na metade inferior, diminuição da mobilidade ao Siegle, disacusia de transmissão
C - membrana timpânica de côr brancoacinzentada, mobilidade normal ao Siegle, disacusia de percepção.
D - membrana timpânica perfurada, secreção muco-purulenta na orelha média disacusia de transmissão
E - nenhuma das eventualidades.

60) Entende-se por Crupe:
A - difteria larfngica B - difteria farfngica
C - difteria nasal
D - difteria do ouvido
E - lesão cardíaca de origem diftérica.

61) A sensibilidade da mucosa larfngica é dada:
A - pelo nervo laríngeo superior
B - pelo nervo recorrente
C - pelo nervo glosso-faringeo
D - pelo simpático
E - nenhuma das eventualidades.

62) O nervo recorrente é ramo do:
A - IX nervo craniano
B - V nervo craniano
C - XI nervo craniano
D - XII nervo craniano
E - do simpático cervical.

63) A escolha do tratamento da rinite atrófica ozenosa deve recair principalmente
sóbre:
A - drogas imunosupressoras
B - vacinoterapia
C - óleo de Chaulmogra
D - hormónios
E - inclusões.

64) O tumor de glomus jugular é:
A - um paraganglioma cromafinico
B - uma paraganglioma acromafínico
C - um carcinoma espino-celular
D - um melanoma maligno
E - nenhuma das hipóteses.

65) No pólipo de corda vocal o tratamento de escolha é:
A - aplicação de ultra-som
B - radioterapia
C - exérese endoscópica
D - exérese por via externa
E - vitamina A. em grandes doses.

66) A etmoídite aguda necrosante é observada:
A - nos primeiros anos de vida
B - entre os 10 e 20 anos de idade
C - entre 20 e 30 anos
D - entre 30' e 40 anos
E - após 40 anos.

67) O impetigo é unia afecção devida a:
A - Estafilococo
B - Estreptococo
C - Proteus
D - Mycobacterium Leprae
E - Bacilo de Koch.

GS) As posições de Chausée III e de Guillén, no exame radiográfieo, tem por finalidade examinar:
A - ângulo de Citelli
B - buraco lacero-posterior
C - ouvido médio
D - etmóide
E - nenhuma das eventualidades acima.

69) Os abcessos da oro-faringe situam-se na parede lateral e na parede posterior (como o adeno-flegmão do lactente), entre os da parede lateral são mais freqüentes:
A - o abscesso intra-amigdaiino
B - o peri-amigdaliano anterior
C - o posterior.

70) A intradermo-reação de Montenegro é Útil no diagnóstico de:
A - Sífilis
B - Tuberculose
C - Leishmaniose
D - Blastomicose
E - Moléstia de Hodgkin.

71) Adenopatia cervical, obstrução nasal, epitaxis, hipoacusia, otalgia, paralisia de
nervos cranianos são sintomas mais sugestivos de:
A - Carcinoma de amígdala
B - Carcinoma de rinofaringe
C - Sinusites
D - Tumor de glomus
E - Osteomielite de base do crânio.

72) Em tumor misto da parótida o tratamento de escolha é:
A - Cirúrgico
B - Radioterápico exclusivo
C - Quimioterápico exclusivo
D - Associação Radioterapia + Quimioterapia
E - Crioterapia.

73) Na laringe, o tumor maligno mais freqüente é:
A - Carcinoma espinocelular
B - Adenocarcinoma
C - Linfoepitelioma
D - Granuloma maligno
E - Sarcoma.

74) No câncer da laringe, a metástase cervical ocorre sobretudo na seguinte cadeia
ganglionar:
A - submandibular
B - do submento
C - julgular-carotídea
D - do nervo espinhal
E - justavisceral pré-larfngica.

75) A metástase a distância no câncer de laringe é mais observada:
A - pulmões
B - ossos
C - cérebro
D - rins
D - fígado.

76) A Angina de Plaut-Vicent é causada por:
A - associação do bacilo da tuberculose e espiroquetas
B - pela associação do bacilo da difteria e espiroqueta
C - associação de bacilos fusiformes e espiroquetas.

77 ) A rinite alérgica caracteriza-se na maioria das vézes por:
A - cefaléia, corrimento nasal muco purulento unilateral, obstrução nasal
B - cacosmia objetiva, crostas nas ifossas nasais, obstrução nasal, atrofia nasal
C - crises de espirros. prurido nasal, hidrorréia, obstrução nasal.

78) A paracentese da membrana timpânica está indicada:
A - na otite média aguda com empiema
B - na otulose (sequela de otite)
C - na otite média supurada crônica.

79) A Angina de Plaut-Vicent pode aparecer na forma simples ou sintomática. Nesta segunda forma esta angina ulcero-necrótica pode ocorrer:
A - Sifilis, leshmaniose, blastomicose
B - Agranulocitose, leucemia e mononucleose infecciosa
C - Lepra, Hodgkin e tuberculose.

80) O nistagmo vestibular caracteriza-se por apresentar:
A - duas componentes lentas
B - uma componente lenta e outra rápida
C - duas componentes rápidas.

81) O tratamento fundamental da difteria é:
A - anatoxina diftérica
B - hormônio da cortex supra-renal, critromicina e vitamina
C - sôro antidiftérico.

82) O comportamento tóxico do labirinto pode ser observado com o uso dos seguintes
grupos de antibióticos:
A - aeromicina eritromicina, penicilina, tetraciclina
B - estreptomicina, kanamicina, gabramicina, neomícina
C - cefalosporina, hetaciclina, rifampicina.

83) A vascularização arterial da fossa nasal está ligada:
A - vasos dependentes apenas da carótida interna
B - vasos dependentes das carótidas externa e interna
C - vasos dependentes apenas da carótida externa.

84) Doente com febre baixa, poli-adenopatia cervical e linfócitos atípicos, cona reação
de Paul Bunnell positiva sugere:
A - Toxoplasmose
B - Hístoplasmose
C - Mononuclose
D - Rubeola
E - Nenhuma das respostas acima.

85) A algiacusia na paralisia facial periférica decorre:
A - paralisia do músculo do martelo
B - paralisia do músculo do estribo
C - paralisia de ambos os músculos.

86) A maior percentageub dos colesteatomas da orelha média quanto u origem é
representada pelos:
A - primitivos
B - metástases
C - secundários
D - propagados da ponta do rochedo
E - mistas (primitivos e secundários).

87) A diafanoscopia tem mais interésse clinico:
A - nas sinusites frontais
B - nas sinusites maxilares
C - nas etmoidites
D - nas esfenoidites
E - em tôdas.

88) A orla de Kaufmann aparece:
A - Sinusites crônicas
B - Sinusites agudas
C - Rinites atróficas
D - Rinoscleroma
E - amues.

89) A goma sifilítica nasal instala-se preferentemente:
A - porção posterior do septo nasal
B - porção anterior do septo nasal
C - nenhuma das respostas acima.

90) A Leishmaniose nasal instala-se preferentemente:
A - porção posterior do septo nasal
B - porção anterior do septo nasal
C - nenhuma das respostas acima.

91) A Litiase salivar é mais freqüente:
A - glândula parótida
B - glândulas sublinguais
C - glândula submandibular.

92) Na disacusia neurosensorial:
A - curva óssea acompanha a curva aérea
B - curva aérea bem melhor que a óssea
C - curva óssea bem melhor que a aérea com diferencial maior que 15 dB

93) Na prova de Sallpike a resposta nistagmica obtida deve-se:
A - excitação do canal horizontal
B - excitação do canal superior
C - excitação do canal posterior.

94) 0 tumor do acústico origina-se quase sempre:
A - no meato. acústico interno
B - na origem do nervo no tronco cerebral
C - no trajeto de nervo e tronco e o meato acústico.

95) Na descompressão cirúrgica a. paralisia facial "a frigore" o edema do nervo facial é observado mais freqüentemente:
A - antes do 1.º joelho
B - entre o 1.º e 2.° joelho (porção horizontal)
C - após o 2.º joelho (porção vertical).

96) O câncer do lábio ocorre:
A - mais no lábio superior
B - mais no lábio inferior
C - igualmente em ambos.

97) Na audiometria automática de Mèkésy comparamos no mesmo ouvido:
A - dois sons contínuos
B - um som contínuo e outro interrompido
C - dois sons Interrompidos.

98) Na prova de Hallpike à temperatura de 44º o nistagmo provocado bate:
A - para o lado oposto ao excitado
B - para o mesmo lado
C - indiferente.

99) A perfuração epitimpânica na otite média crônica é sugestiva de:
A - colesteatoma
B - otite média simples
C - otite tuberculosa.

100) O nistagmo vertical é característico de:
A - lesão periférica
B - lesão central
C - indiferente.
Indexações: MEDLINE, Exerpta Medica, Lilacs (Index Medicus Latinoamericano), SciELO (Scientific Electronic Library Online)
Classificação CAPES: Qualis Nacional A, Qualis Internacional C


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