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Ano:  2006  Vol. 72   Ed. 3  - Maio - Junho - ()

Seção: Artigo Original

Páginas: 350 a 354

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Avaliações audiométrica e vestibular em mulheres que utilizam o método contraceptivo hormonal oral

Audiometric and vestibular evaluation in women using the hormonal contraceptive method

Autor(es): Edson Ibrahim Mitre1, Alessandra Sousa Figueira2, Aparecida Barbosa Rocha3, Simone Maria Cordeiro Alves4

Palavras-chave: audição, contraceptivo, hormônio, tontura, zumbido.

Keywords: hearing, contraceptive, hormone, dizziness,tinnitus.

Resumo:
Objetivo: Correlacionar o uso de contraceptivo hormonal oral com possíveis alterações auditivas e vestibulares. Métodos: Aplicou-se anamnese, teste audiométrico e teste vestibular em 60 mulheres entre 14 e 35 anos, sendo que 30 mulheres faziam uso do método contraceptivo hormonal oral composto por estrógeno e progesterona (grupo de risco), por um período igual ou superior a 6 meses, sem queixas auditivas e vestibulares anteriores ao uso do mesmo; e 30 mulheres que nunca fizeram uso desses hormônios (grupo controle), sem queixas auditivas e vestibulares. A anamnese foi utilizada como critério de seleção da amostra. Resultados: Com base nos achados otoneurológicos através de uma pesquisa quantitativa, pode-se verificar uma prevalência da Síndrome Vestibular Periférica Irritativa e de zumbidos no grupo de risco, sem alterações audiométricas. Conclusão: O uso do método contraceptivo hormonal oral pode ocasionar alterações funcionais na orelha interna, principalmente zumbido e Síndrome Vestibular Periférica Irritativa no grupo de risco, mas não evidenciou alterações de limiares auditivos.

Abstract:
Aim: To co-relate the use of hormonal contraceptives with positive Auditory and Vestibular alterations. Methods: medical history taking, audiometric test and vestibular test was applied to 60 women between the ages of 14 and 35 years old, and 30 of these women are on oral hormonal contraceptive consisting of Estrogen and Progesterone (risk group), for 6 months or more, that had no Auditory or Vestibular complaints prior to the usage of hormones; and 30 women that had never used these hormones (control group), with no Auditory or Vestibular complaints. Medical history was used to select the sample. Results: Based on otoneurological findings, through quantitative research, we could see the prevailing Irritatative Peripheral Vestibular Syndrome and tinnitus in the risk group, without audiometric alterations. Conclusion: The use of oral contraceptives can provoke functional alterations in the inner ear, specially tinnitus and Irritative Peripheral Vestibular Syndrome in the risk group; but auditory threshold alterations were not evident.

INTRODUÇÃO

As mulheres passam por ciclos reprodutivos mensais, que se iniciam na puberdade e, normalmente, ocorrem durante toda a sua vida reprodutiva, cessando na menopausa. Estes ciclos preparam o sistema reprodutor para a gravidez¹.

Um hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH), sintetizado pelo hipotálamo, estimula a liberação de dois hormônios produzidos na hipófise: o hormônio folículo estimulante (FSH), e o hormônio luteinizante (LH). O primeiro estimula o desenvolvimento dos folículos ovarianos e a produção de estrógeno pelas células foliculares. O segundo desencadeia a ovulação (age na liberação do ovócito secundário) estimulando as células foliculares e o corpo lúteo a produzirem progesterona. O estrógeno age principalmente na regulação do desenvolvimento e do funcionamento dos órgãos reprodutivos; e a progesterona, na estimulação das glândulas endometriais a secretar e preparar o endométrio para implantação do blastocisto¹.

Quando o ovócito não é fecundado, o corpo lúteo começa a involuir e a degenerar cerca de 10 a 12 dias após a ovulação; os níveis de estrógeno e progesterona caem e o endométrio secretor entra numa fase isquêmica ocorrendo a menstruação¹.

As pílulas combinadas de estrogênios e progestagênios (pílulas anticoncepcionais), administradas oralmente por um período de três semanas, têm ação anovulatória, impedindo que a fertilização se cumpra. Isso ocorre pela inibição da secreção de gonadotrofinas por ação na hipófise e no hipotálamo. O agente progestacional da pílula suprime a secreção do LH, e o agente estrogênico é responsável pela supressão da secreção do FSH, apresentado efeitos de ação somatória. Além disso, o componente estrogênico potencializa a ação dos agentes progestacionais, possibilitando reduzir as doses de progestagênios na composição da pílula e, conseqüentemente, diminuir seus efeitos adversos2.

O uso desses contraceptivos por mulheres pode provocar diferentes reações adversas, tais como: alterações imunológicas, metabólicas, nutricionais, psiquiátricas, vasculares, oculares, gastrintestinais, hepatobilares, cutâneo-subcutâneas, renais/urinárias, auditivas; distúrbios do Sistema Nervoso Central (SNC), e do Sistema Reprodutor. Além disso, o organismo pode desencadear vertigens na síndrome pré-menstrual ou no uso desses hormônios, devido a concentrações de estrógeno e progesterona3-10.

Assim, quando surgem os sintomas de vertigem e/ou tonturas/baixa de audição é necessário investigar o uso de medicamentos prévios; é preciso saber se os sintomas começaram com o emprego de alguma substância ou na mudança de posologia de uma medicação¹¹.

A perda parcial ou total da função auditiva ou vestibular, durante ou após a exposição a medicamentos, solventes e outras substâncias é chamada de ototoxicose. Muitas são as substâncias potencialmente ototóxicas, incluindo drogas cardiovasculares, drogas de ação no sistema nervoso central, relaxantes musculares, antiinflamatórios não-hormonais, hormônios, antibióticos, drogas para o aparelho respiratório, antialérgicos, anticoncepcionais, citostáticos, anestésicos, moderadores de apetite, entre outros12,13.

O equilíbrio corporal depende da integridade do sistema vestibular, do sistema somatossensorial e da visão. O labirinto é responsável pelo sentido de equilíbrio e da posição do corpo no espaço. As tonturas e vertigens aparecem quando algo interfere no funcionamento normal desse sistema.

A integridade bioquímica dos líquidos da orelha interna é importante para o seu funcionamento. As alterações hormonais decorrentes do uso de contraceptivos hormonais orais podem resultar em comprometimento da homeostase dos fluidos labiríntico, pois influem diretamente em processos enzimáticos e na atuação de neurotransmissores14.

Existem alguns estudos que correlacionam alterações da orelha interna com a ação de hormônios, que serão relatados abaixo.

O uso de contraceptivos orais pode ocasionar rebaixamento dos limiares auditivos, sem alteração do reflexo estapediano14.

Há casos de surdez súbita decorrente do uso de estrógeno e progesterona, isolados ou associados. O uso prolongado desses hormônios pode levar a alterações auditivas de caráter neurossensorial em freqüências agudas, além de comprometimento vestibular total ou parcial. Isso se explica ao observarmos a irrigação do labirinto, pois a obstrução vascular da artéria auditiva interna acarreta comprometimento do território por ela irrigado, atingindo cóclea, vestíbulo ou ambos14.

Alguns estudos acreditam que alterações otológicas (otosclerose, rebaixamento auditivo, surdez progressiva) em mulheres que usam contraceptivo hormonal oral não podem ser atribuídas somente a essa terapia15.

Em pesquisa realizada com mulheres que utilizam o método contraceptivo hormonal oral observou-se que, em relação à capacidade auditiva e de autopercepção, este uso não determina alteração auditiva significativa, mas favorece a ocorrência de zumbido. Entretanto, em outro estudo, mulheres que fazem o uso de anticoncepcional oral apresentaram rebaixamento auditivo significativo e consistente em algumas freqüências, quando comparadas a mulheres com ciclo menstrual normal, sem uso de pílulas16,17.

A correlação de alteração auditiva e uso de contraceptivo hormonal oral foi observada num caso em que uma jovem mulher apresentou perda auditiva neurossensorial súbita, antecedida por zumbido, recuperada após tratamento. Neste caso o zumbido deveria ter sido considerado como um sinal de advertência para interrupção da terapia hormonal18.

Existem pesquisas demonstrando que, atualmente, os contraceptivos orais apresentam menos estrógeno e progesterona, sendo chamados de "low dose". A diminuição das doses desses hormônios reduziu sensivelmente os quadros de surdez súbita14.

Reafirmando a influência de hormônios no organismo, gestantes normais foram submetidas à avaliação do sistema vestibular, demonstrando maior sensibilidade a pequenos estímulos vestibulares quando comparadas ao grupo controle (indivíduos do sexo masculino), comprovando uma disfunção labiríntica durante a gestação normal, principalmente no primeiro trimestre, provavelmente secundária à ação hormonal19,20.

Em um estudo com cobaias albinas verificou-se efetiva ação do estrógeno sobre o aparelho auditivo, manifestada por elevação dos limiares do potencial auditivo de tronco cerebral, em 47% dos animais, reafirmando a ototoxicidade deste hormônio21.

Dentre as causas da vertigem, a enxaqueca é predominantemente encontrada durante a adolescência e fase adulta. A utilização de anticoncepcionais orais, dispositivos intra-uterinos ou ainda histerectomia, deve ser sempre pesquisada em caso de cefaléias crônicas recorrentes, pois existem indicativos de que o uso de método contraceptivo, especialmente hormonal, influencia na ocorrência desta doença. Dentre as pessoas que queixam enxaqueca, 81% são do sexo feminino e 77% estão compreendidas entre 16 e 50 anos22.

Neste estudo abordaremos as alterações otoneurológicas (perda auditiva, zumbido, sintomas vestibulares) decorrentes do uso de contraceptivo hormonal por mulheres num período mínimo de 6 ciclos menstruais. O nosso objetivo foi correlacionar o uso de contraceptivo hormonal oral com possíveis alterações auditivas e vestibulares.

MÉTODOS

O presente estudo foi realizado a partir do levantamento de dados registrados na anamnese, audiometria tonal/vocal e exame vestibular em 30 mulheres que utilizam o método contraceptivo hormonal oral e em 30 mulheres que não o usam (grupo controle).

Para seleção dos indivíduos da amostra foram usados os seguintes critérios: sexo feminino, idade de 14 a 35 anos, mínimo de 6 meses de uso de contraceptivo hormonal oral composto por estrógeno e progesterona, sem referência de alterações auditivas antes do uso do contraceptivo, sem uso de qualquer outra medicação.

Para a composição do grupo controle, foram selecionadas mulheres com idade de 14 a 35 anos, sem uso de hormônio contraceptivo e de qualquer outro medicamento, sem queixas auditivas e vestibulares.

A audiometria tonal limiar de todas as pacientes foi realizada em cabina acústica com auxílio do audiômetro Amplaid A171 calibrado segundo o padrão ANSI- 69, em 19/03/2003. Foram avaliadas as freqüências de 250Hz a 8000Hz (via aérea) e 500Hz a 4000Hz (via óssea), segundo o método para determinação do limiar auditivo descendente-ascendente2,3.

Os resultados obtidos no teste audiométrico foram interpretados quanto ao nível de audição, segundo o critério utilizado por Silman & Silverman, e quanto ao tipo de perda auditiva (leve, moderada, severa e profunda)2,4.

O exame vestibular foi realizado através do aparelho Contronic versão 5. As provas realizadas foram: calibração, nistagmo espontâneo (olhos abertos e olhos fechados), nistagmo semi-espontâneo, nistagmo de posição (torção da cabeça para direita, torção da cabeça para esquerda, cabeça pendente), rastreio pendular, nistagmo pós-calórico (água à 44º e 30°) (anexo 3).

Após a coleta de dados, os resultados foram submetidos a tratamento estatístico. Foram construídas tabelas de contingências (2 x 2) para descrever a distribuição de freqüência das alterações auditivas e vestibulares entre os dois grupos comparados (grupo de risco e controle). Para verificar a significância da associação entre o uso de contraceptivo hormonal oral e as alterações auditivas e vestibulares foram realizados testes do qui-quadrado (c2) utilizando-se o nível de significância a = 0,005. As hipóteses nula e alternativa consideradas nesses testes foram, respectivamente, H0: Não existe associação entre o uso de contraceptivo hormonal oral e as alterações auditivas e vestibulares e Ha: Existe associação entre o uso de contraceptivo hormonal e as alterações auditivas e vestibulares. Ao ser observado um valor- p inferior ao nível de significância previamente definido (a = 0,005), rejeitou-se a hipótese nula (H0), evidenciando uma associação significativa entre o uso de contraceptivo hormonal e as alterações auditivas e vestibulares.

Ética: O presente estudo foi avaliado e aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa do Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica (CEFAC) sob nº 133/04 e o considerou aprovado sem risco e com necessidade do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

RESULTADOS

No grupo controle, 100% da amostra (30 mulheres) não tiveram queixa de perda auditiva, zumbido ou tontura. 70% (21 mulheres) apresentaram queixa de cefaléia esporádica e 16,7% (5 mulheres), de insônia. No grupo de risco, 100% da amostra (30 mulheres) não relataram queixa de perda auditiva; 33,3% (10 mulheres) apresentaram queixa de zumbido; 73,3% (22 mulheres) queixaram-se de tontura; 76,7% (23 mulheres) relataram cefaléia esporádica e 23,3% (7 mulheres), insônia. (Tabelas 1-4).

No exame audiométrico, 100% da amostra (60 mulheres) apresentaram Exame Audiométrico dentro do Padrão de Normalidade, contra 0% de Exame Audiométrico Alterado.

No teste vestibular, verificou-se que, no grupo controle, 23,3% da amostra (7 mulheres) apresentaram Síndrome Vestibular Periférica Irritativa (SVPI) e 76,7% (23 mulheres) tiveram Exame Vestibular Normal (EVN). Já no grupo de risco, 83,3% (25 mulheres) apresentaram Síndrome Vestibular Periférica Irritativa (SVPI) e 16,7% (5 mulheres), Exame Vestibular Normal (EVN). (Tabela 5)

DISCUSSÃO

Com base nos resultados da pesquisa pode-se verificar que a perda auditiva não parece estar relacionada com o uso do método contraceptivo hormonal oral, já que tanto no grupo de risco, quanto no grupo controle, nenhuma mulher apresentou alteração no exame audiométrico, reafirmando dados de algumas pesquisas. Os anticoncepcionais utilizados atualmente são predominantemente compostos por baixas doses de estrógeno e progesterona, diminuindo a ocorrência de seus efeitos colaterais, inclusive relacionados à função auditiva. Entretanto, a ocorrência de zumbidos na amostragem do grupo de risco mostrou-se significativa (c2 = 12,00 e valor-p = 0,000)14-16,18.

Os resultados também indicam que as queixas de cefaléia e insônia podem não estar relacionadas com o uso do medicamento, pois não houve discrepância entre o número de mulheres do grupo de risco e do grupo controle que apresentam esses sintomas (c2 = 0,341 e valor- p = 0,559).

Entretanto, as cefaléias relatadas foram identificadas como esporádicas, e não crônicas recorrentes (enxaquecas). Em alguns achados científicos, as enxaquecas estão intimamente relacionadas com o uso de hormônios22.

O uso de contraceptivo oral hormonal pode ter influenciado de maneira significativa no aparecimento de tonturas (c2 = 34,737 e valor- p = 0,000), já que não houve este tipo de queixa no grupo controle3-11,14.

Os resultados dos testes vestibulares evidenciam a relação da Síndrome Vestibular Periférica Irritativa com o uso de contraceptivo hormonal oral, pois 25 em 30 mulheres do grupo de risco apresentaram SVPI, enquanto apenas 7 em 30 mulheres do grupo controle apresentaram tal alteração (c2 = 21,696 e valor-p = 0,000). Isso pode estar relacionado com a influência desses hormônios na homeostase dos fluidos labirínticos14.





CONCLUSÃO

Conclui-se que o uso do método contraceptivo hormonal oral por um período igual ou superior a 6 meses pode ocasionar alterações funcionais na orelha interna, principalmente zumbido e tontura, esta justificada pela significativa prevalência da Síndrome Vestibular Periférica Irritativa no grupo de risco, mas não evidenciou alterações de limiares auditivos.

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1 Mestre e Doutor em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Médico Instrutor Voluntário.
2 Especialização em Audiologia pelo Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica (CEFAC), Fonoaudióloga formada pelas Faculdades Metodistas Integradas Izabela Hendrix.
3 Especialização em Audiologia pelo Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica (CEFAC), Fonoaudióloga formada pela Universidade Católica de Goiás.
4 Especialista em Saúde Mental pela Universidade Estadual de Montes Claros. Médica.
Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica (CEFAC) - Rua Espírito Santo 1892 05018-000 Belo Horizonte MG
Tel/fax: (0xx11) 3291-2758 - E-mail: belohorizonte@cefac.br
Endereço para correspondência: Edson Ibrahim Mitre - R. Peixoto Gomide 515 cj. 162 Jd. Paulista 01409-001 São Paulo SP.
Este artigo foi submetido no SGP (Sistema de Gestão de Publicações) da RBORL em 18 de setembro de 2005.
Artigo aceito em 31 de março de 2006.

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